POS X TEF: Diferença entre as máquinas de cartões de crédito e débito nos estabelecimentos

POS X TEF: Diferença entre as máquinas de cartões de crédito e débito nos estabelecimentos

POS X TEF são as tecnologias mais comuns para leitura e transmissão dos dados financeiros.
Há pouco tempo me deparei com um artigo que achei bastante interessante, o qual tratava exatamente desse assunto.
O intuito do texto era justamente esclarecer as diferenças entre essas duas modalidades.
Isso porque muitas pessoas decidem começar a empreender e não sabem por onde começar e qual forma de pagamento se adequa mais ao seu negócio.
O artigo original foi criado por Rodrigo Rasera, sócio-fundador da Cappta e você pode encontrar o texto original AQUI.
Rodrigo afirma que “Aceitar cartões de crédito e débito tem se tornado indispensável para estabelecimentos comerciais. Para que isso aconteça, o varejista precisa contar com uma tecnologia para leitura e transmissão dos dados financeiros, e os mais comuns são o POS (Point of Sale – ponto de venda) e o TEF (Transferência Eletrônica de Fundos). No entanto, poucos conhecem as diferenças entre as duas soluções.”
Vamos, então, partir para as diferenças entre cada uma e suas características principais.
#ConfereAi! 😉

 

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Neste post, você vai ver…

O que é POS

POS (Point of Sale ou Ponto de Venda) é a solução mais conhecida como maquininha de cartão portátil.
Sabe quando você sai para almoçar ou jantar em um restaurante e torce para que não precise se levantar e ir até o caixa para pagar sua conta?
O garçom traz a maquininha até sua mesa e, de repente, parece que estamos no mundo ideal.
Isso acontece graças à maquininha POS!
Aqui, vale um adendo: ainda existem, no mercado, máquinas que são POS e não são portáteis.
Algumas adquirentes ainda oferecem a opção de maquininhas POS que são conectadas a fio e precisam ser operadas no caixa/balcão.
Com o passar do tempo, essas maquininhas foram evoluindo e se modificando cada vez mais.
Agora, grande parte delas atendem à categoria portátil.
Por ser extremamente prática, muitos lojistas acabam optando pelo POS em seus negócios.
Pega o cartão do cliente, põe na máquina, digita o valor, senha, confirma, via impressa e voilà! O valor está pago.
Embora seja a opção mais comum, é necessário tomar algumas precauções no controle dos seus POS, para que não haja nenhuma surpresa na sua gestão financeira.

Alguns exemplos:

  • Em alguns estados o TEF é obrigatório para alguns tipos de estabelecimentos. Recomendamos sempre olhar a legislação vigente do seu Estado.
  • Conferência das taxas cobradas pelas adquirentes – Elas estão cobrando corretamente?
  • Conferência das vendas realizadas em cada POS, de acordo com o tipo de transação (crédito ou débito) para que você possa fazer a sua previsão do fluxo de recebimentos

Dois desses três itens podem ser facilmente solucionados através da adesão de um sistema de conciliação bancária e de vendas, como a Confere!

 

Características do POS

A diferença crucial nas máquinas POS é que cada máquina funciona apenas com uma rede de adquirência (como a Rede, Cielo, Stone, Getnet).
Ou seja, ao utilizar uma máquina POS, o estabelecimento fica restrito a aceitar apenas os cartões operados por sua fornecedora.
O POS depende apenas de uma linha discada ou de rede de celular (POS GPRS) para poder funcionar e realizar a comunicação de dados.
O recibo é impresso na própria máquina. Quando existe algum problema ou defeito, a adquirente precisa ser acionada para consertar ou substituir o produto.

 

Vantagens do POS

Caso o estabelecimento consiga trabalhar apenas com uma maquininha, o POS é uma ótima opção por ter um preço bastante atrativo.
Com um sistema próprio bastante intuitivo, ele se torna fácil de usar e pode ser um grande aliado daqueles que ainda possuem certa hesitação com a tecnologia.
A mobilidade da maquininha é um grande diferencial, principalmente para quem trabalha com delivery, pois ela pode ser levada até a casa do cliente.
Você não precisa de uma automação comercial integrada (Sistema ERP + Pinpad + TEF + Internet) para realizar transações.

 

Desvantagens do POS

O POS é mono-adquirente, ou seja, só funciona conectado a uma única rede adquirente.
Por não capturar diversas bandeiras regionais, o lojista acaba sendo obrigado a contratar um POS específico para cada rede.
E quanto mais maquininhas, mais difícil fica de conferir as vendas do estabelecimento.
Isso porque o varejista precisa guardar os recibos comprovantes das transações para somá-los ao final do dia.
Imagine a quantidade de recibos de 3 maquininhas diferentes de um restaurante com grande fluxo no café da manhã, almoço e jantar, por exemplo.
Em casos de volumes de venda muito altos, o processo de conferência pode ser uma dor de cabeça para o proprietário.

Ninguém merece!

Por não ser integrado a um sistema de automação, também não faz a conciliação de vendas, que é a comparação dos valores registrados em caixa com aqueles processados pelo adquirente.
Por isso, é necessário um pouco mais de trabalho para realizar o controle financeiro do POS.
Existem algumas maneiras de fazer esse controle: manualmente, através de planilhas de excel para controle de recebimentos no cartão, ou utilizando um sistema terceiro de conciliação de cartão de crédito e débito para ajudar na integração e controle de todas as suas adquirentes.

confere-cartoes

 

O que é o TEF

Frequentemente confundido com o POS, o TEF (Transferência Eletrônica de Fundos) normalmente é visto apenas por uma de suas partes, o pinpad – máquina onde o cartão é inserido e a senha é digitada.
Nesse caso, tanto TEF e POS são realmente parecidos, porém a diferença é que o TEF é fixado no caixa.
O TEF é muito comum em supermercados, farmácias e varejistas com grande volume de vendas no cartão (acima de R$30 mil por mês), devido à maior facilidade para controlar as vendas.
No entanto, o TEF está começando a se popularizar até mesmo entre os varejistas de menor porte, devido à redução do seu custo de implantação.

 

Características do TEF

O TEF é um software que captura as transações e as envia para a rede adquirente via internet ou links dedicados.
O software fica instalado no computador do caixa no estabelecimento em que o pinpad também fica conectado.
Essa modalidade permite que o varejista aceite uma grande variedade de cartões, porque ela trabalha com diversas adquirentes.
Caso a maquininha apresente algum problema, o estabelecimento deve acionar o fornecedor do aparelho ou uma assistência técnica especializada.
Vamos explicar de uma forma mais clara: sabe quando você vai fazer compras no mercado?
Vamos supor que você decida pagar com cartão.
O operador de caixa pede, então, para que você insira o cartão em um aparelho, que é o que chamamos de pinpad.
Você insere o cartão e na tela do computador do caixa, vê que o mercado utiliza um sistema que reconhece os dados desse cartão.
Em seguida, você digita a senha e a impressora fiscal imprime um cupom fiscal e um comprovante de cartão.
Isso é o TEF!
Por isso, para ter TEF, é necessário possuir um sistema de automação comercial e uma impressora fiscal.
Por isso, caso você não possua algum desses dois itens (ou ambos), o TEF ainda não é a solução adequada para o seu negócio.

 

Vantagens do TEF

É o investimento mais econômico para o estabelecimento que utiliza várias maquininhas POS.
Isso porque ela aceita uma grande diversidade de bandeiras.
Ela também é ideal para varejistas que contam com vários caixas!
Além disso, a conciliação de vendas é facilitada e não exige que o varejista guarde recibos comprovantes de cada transação.

 

Desvantagens do TEF

As maquininhas TEF não permitem mobilidade para aceitar cartões.
Isso significa que a maquininha não pode ir até o cliente, o que dificulta as transações que trabalhem com delivery, por exemplo.
O TEF também exige conexão com a internet para funcionar, além de requerir a contratação de vários fornecedores (software de TEF, pinpad, assistência técnica).
Algumas empresas fornecem essa solução de forma integrada.

 

Qual escolher?

Diante de todas essas particularidades e diferenças entre maquininhas TEF e POS, fica a questão:
“Mas e então, qual a ideal para o meu negócio?”
Diversos fatores devem ser analisados para que o varejista escolha qual a maquininha que se adequa melhor ao seu empreendimento.
É importante levantar questões como: vou trabalhar com delivery? Qual a quantidade de vendas em cartão que meu estabelecimento realiza?
Se esse número for acima de 75%, nós aconselhamos que você pense no TEF como uma possível opção de pagamentos.
Isso porque pagamentos feitos em TEF agilizam a operação do caixa, visto que o operador vai precisar operar apenas um equipamento.
O vínculo entre o cupom fiscal e as vendas com cartão facilitam a conciliação de informações de vendas.
Com maquininhas TEF, é possível gerenciar transações, levantar dados estatísticos e, consequentemente, entender melhor o seu consumidor.
Por isso, para quem vende muito em cartão, TEF é a solução ideal!

 

Estou recebendo tudo?

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É importante lembrar que, independentemente da forma de pagamento que você aderiu em seu negócio, é NECESSÁRIO acompanhar suas vendas em relação ao valor que as adquirentes vão te pagar.
Passar uma venda em POS ou TEF não significa que você receba o valor exato que deveria ser entregue.
Por isso, se você utiliza POS, o nosso conselho de ouro é: guarde todos os recibos de comprovante de vendas e confira, um a um, com o relatório da adquirente para ver se tudo está sendo pago.
Se você acha que esse processo vai dar muito trabalho, cogite aderir a TEF + um sistema de conciliação bancária, como a Confere!
A tecnologia evolui para, cada vez mais, transformar tarefas diárias em passos simples e eficazes.

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